Sem título 14

).  Nesta fixação, não se ficou por um preço de garantia que levasse a um ajustamento da oferta à procura interna – a preocupação de manutenção e mesmo de aumento da produção da União, levou a que se fixassem preços muito acima do preço de equilíbrio, levando neste caso à produção de um excedente – excedente este que, diferentemente do que acontece em economias de mercado, não leva os produtores a retraírem a sua produção, até que se verifique novo ajustamento.  Estando

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Sem título 13

A especial delicadeza do problema  

A situação era de delicadeza, considerando que em 1957, era ainda muito grande a percentagem da população ativa na agricultura mas sentia-se a necessidade de aumentar a eficácia da produção.  Não era desejável a manutenção da situação existente, na qual seria de esperar uma deslocação significativa da população agrícola para outros setores; ao invés, o que se desejava era uma deslocação menos sensível, que se desse sem convulsões ou

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Sem título 11

-- terceira fase, de 1979 a 1989 

Tendo a década de 70 sido uma década de crise da economia, veio a assumir grande relevo o estabelecimento do Sistema Monetário Europeu, na Cimeira de Paris, em 1979, que se considerava capaz de proporcionar condições mais satisfatórias e, constitui uma manifestação da confiança na continuação da construção europeia. 

Como elemento de especial relevo, foi instituído o ECU, que não constituindo uma moeda (ou seja, um meio geral e definitivo de pagamentos)

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Sem título 10

Politica monetaria

Este é um outro domínio indispensável para a concorrência e a livre circulação, uma vez que as dificuldades cambiais e monetárias constituem um obstáculo ao comércio livre. Trata-se de um domínio que não suscitou sempre a mesma preocupação e respetiva intervenção por parte dos responsáveis comunitários, podendo, distinguir-se 3 fases antes da instituição da moeda única europeia. 

--A primeira fase, de 1958 até 1969 

Esta foi uma fase em que não havia motivo

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Sem título 6

 c. a possível justificação para a intervenção dos espaços de integração 

Perguntar-se-á, todavia, se mesmo então se justificará a intervenção dos espaços de integração, ou seja, se não deverão ser antes os países a proporcionar as condições indispensáveis para a implantação de novos setores. 

Serão, de facto, a larga maioria dos casos em que deverão ser os países, ou entidades mais próximas dentro deles, a criar as condições indispensáveis para o aparecimento

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Sem título 5

A MEDIÇÃO DOS EFEITOS DE INTEGRAÇÃO 

Na europa e em Portugal 

Na UE, as medições dos efeitos de integração demonstraram uma “quebra de entusiasmo”, depois das iniciativas das primeiras décadas (Swann, 2000). De um modo geral, as análises apontam para efeitos de criação de comércio ligeiramente superiores aos efeitos de desvio de comércio, sendo por sua vez os ganhos mais significativos verificados a nível de efeitos dinâmicos e de rendimento. São, de qualquer modo, negativos,

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Sem título 4

A vantagem das zonas de comércio livre  

Na mesma linha de exposição, chamamos à atenção das Zonas de comercio livre. De facto, com uma zona de comércio livre pode dispor-se do preço proporcionado pelo país de nível de protecionismo mais baixo, tanto aos produtos como aos fatores. Tendo cada país uma política comercial própria e havendo comércio livre entre eles, haverá vantagem em importar o bem por onde for mais barato fazê-lo, sendo este o valor que se estabelecerá no conjunto

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Sem título 3

RAZÕES ECONÓMICAS PARA A FORMAÇÃO DE ESPAÇOS DE INTEGRAÇÃO 

O aproveitamento de vantagens de especialização : Com o afastamento de barreiras ao comércio entre os países-membros de uma união aduaneira, há naturalmente um aumento do comércio, explicável com as teorias que analisamos na primeira parte do nosso estudo. Essas teorias explicam que há um ganho com o comércio internacional, de que beneficiam os países que passam a fazer parte de uma união aduaneira.

Aproveitamento das

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Sem título 2

-São então medidas positivas a criação de economias externas indispensáveis, através de, a título exemplificativo, a construção de infraestruturas de transportes e comunicações, a investigação científica e tecnológica e a formação profissional. 

Um exemplo particularmente expressivo é a política monetária seguida na UE, uma vez que a moeda única constitui, enquanto um passo conducente à união económica, um meio capaz de permitir um melhor aproveitamento das condições

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